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Polícia

Alcoolizada, mulher estava com bebê em bar na madrugada

Padrasto admite que namorada ingeriu bebida, mãe deve realizar tratamento no CAPS

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Na madrugada de segunda-feira (23), por volta da 1h30, uma mulher em aparente estado de embriaguezacompanhada de uma criança de três anos de idade foi abordada pela Policia Militar consumindo bebida alcoólica em um estabelecimento comercial próximo ao Conjunto Residencial Ilha Bela, em Campo Mourão.

Conforme diz a Presidente do Conselho Tutelar, Vera Lucia Zagotto, ao constatar que se tratava de uma situação de negligência materna, a polícia acionou o conselho, que foi até o local, confirmou a situação e encaminhou a criança aos cuidados da avó materna até que a mãe se recuperasse.

A família e o dono do estabelecimento foram notificados a comparecer no Conselho Tutelar para prestar esclarecimentos e receber orientações sobre as medidas cabíveis ao caso. Segundo a presidente, a mãe foi encaminhada para tratamento de alcoolismo no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), que deverá auxiliar a instituição no acompanhamento da família.

O que diz a família

Igrevilly Ivan Alves, padrasto da criança, diz que ele e a namorada estavam se deslocando do bairro Lar Paraná, onde participaram do aniversário de um colega da família, para casa quando o combustível do veículo em que estavam acabou próximo ao Conjunto Ilha Bela. Ele teria pego um moto-táxi para ir em busca de combustível enquanto a mulher e a criança aguardavam no bar, o que, de acordo com ele, levou cerca de 25 minutos. Quando ele voltou ao local, a mãe e a criança já haviam sido levadas pelo conselho tutelar à casa da avó.

Alves assumiu que ele e a namorada haviam ingerido bebida alcoólica no aniversário, mas acredita que a abordagem policial teria acontecido em função de uma denúncia de alguém dentro do bar contra outra família com criança, segundo ele, todos alcoolizados – inclusive a criança – que estavam no bar ao lado e que teriam deixado o local antes da chegada da polícia. Porém, a conselheira explica que o caso foi identificado diretamente pela abordagem policial e alega desconhecimento do relato de Alves.

 

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