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Educação

Estudantes de Medicina colocam a “mão na massa” durante trote na Santa Casa

Futuros médicos realizaram trabalho voluntário nas dependências do hospital

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O Hospital Santa Casa de Campo Mourão recebeu nesta sexta-feira (23) os 50 estudantes da primeira turma de Medicina do Centro Universitário Integrado. Encerrando a programação organizada pela instituição de ensino para promover a integração dos novos alunos, eles participaram de um trote solidário realizando trabalhos voluntários no prédio do hospital. Divididos em grupos, os jovens trabalharam com pintura, limpeza e organização de espaços da unidade médica.

O diretor administrativo do Integrado, professor Tiago Feitoza, explica que a iniciativa tem o objetivo de despertar nos alunos o interesse pelo trabalho social. “Hoje eles estão conhecendo um pouquinho daquilo que um dia eles também vão precisar. Assim, vão aprendendo que é sempre necessário o trabalho de alguém, o trabalho em equipe, para que um bom atendimento ao paciente possa ser realizado”, comentou.

Para a gerente assistencial da Santa Casa, Raquel de Brida, esse modelo de trote agrega valores e estimula a responsabilidade social dos estudantes e futuros médicos. “Fica claro também para esse acadêmico as atividades que existem dentro de um hospital, que não é apenas o paciente, embora o paciente é o nosso principal ator dentro da instituição”, disse.

Os estudantes visitaram as instalações da Santa Casa e, em seguida, se dividiram em cinco grupos de trabalho com atividades diferentes. Supervisor de manutenção e obras do hospital, Claudemir Harena, orientou a equipe responsável por tratar paredes com a pintura danificada por infiltrações. “O futuro deles está aqui dentro da Santa Casa”, comentou Harena, feliz com a presença dos jovens.

Com espátula na mão, a estudante Ana Carolina, 20, ficou concentrada na remoção de bolhas na pintura de um corredor da Santa Casa. Apesar de não ter experiência no serviço, achou a proposta muito interessante. “A gente tem que aprender a importância dos diversos trabalhos. É fácil a gente passar pelos corredores e pegar os materiais limpos. A gente tem que saber de onde isso veio, o quanto é trabalhoso para estar tudo pronto”, disse.

O estudante Alan Gabriel Generoso, 19, diz que desde criança sempre gostou da área médica. Agora, realizando o sonho de cursar Medicina, citou a importância do trote na ambientação dos alunos. “Talvez a gente venha trabalhar aqui, fazer residência. Então viemos pegar um pouquinho mais de experiência, saber como as coisas funcionam e também poder ajudar, limpar as coisas”, disse.

Larissa Luiza Bedin, 18, que também ajudou na equipe da pintura, diz que nunca tinha conhecido um hospital com tantos detalhes como ocorreu durante o trote. “Está sendo uma experiência muito boa porque a gente consegue ver todas as alas do hospital e entender que pode sempre ajudar de alguma forma a sociedade”, afirmou.

Encerrada a programação de integração dos alunos, que iniciou na segunda-feira (19) com a presença do ministro da Educação, Mendonça Filho, a partir da próxima semana os acadêmicos iniciam as aulas e outras atividades curriculares do curso de Medicina.

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